Arquivo do mês: novembro 2012

CENTRO DE MEMÓRIA E ESTATÍSTICA DO SANTOS FC

O Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube é responsável pela preservação e perpetuação da gloriosa história do alvinegro praiano.

No local, estão assegurados a conservação, restauração, organização e divulgação de coleções, documentos e publicações do clube desde sua fundação.

Primeiro Livro de Atas do Santos Futebol Clube

A iniciativa constitui uma maneira de valorizar e honrar a trajetória de conquistas e glórias do Santos.

Imagens que ilustram uma trajetória de conquistas e glórias decoram as paredes do Centro de Memória e Estatística

O pesquisador e historiador Guilherme Guarche é o responsável pelo Centro de Memória e Estatística no dia-a-dia, mas ele conta também com o apoio e colaboração de outros pesquisadores e historiadores apaixonados pelo Santos como Guilherme Nascimento e Wesley Miranda.

Edmar Junior e Guilherme Guarche

Edmar Junior com os pesquisadores e historiadores Guilherme Guarche, Guilherme Nascimento e Wesley Miranda.

Jornais, revistas e livros que trazem estampados os feitos do Santos Futebol Clube, são algumas das relíquias encontradas no espaço.

Quem também esteve visitando o Centro de Memória e Estatística recentemente foi o eterno ídolo Rei Pelé, confira no vídeo abaixo:

O Centro de Memória e Estatística funciona em área adjunta ao Memorial das Conquistas no Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro).

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Edmar Junior

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DESCANSE EM PAZ JOELMIR BETING

Faleceu na madrugada de hoje o jornalista Joelmir Beting em decorrência de um acidente vascular encefálico hemorrágico (AVE), que aconteceu neste último final de semana.

O jornalista muito conceituado por seu trabalho na área econômica, também foi o criador da placa como forma de homenagem em virtude de um belíssimo gol, isto aconteceu após uma partida em que o Peixe venceu o Fluminense por 3 a 1, no Maracanã em 1961.

Pelé marcou dois gols e um deles foi tão belo que Joelmir Beting – apesar de palmeirense –  fez uma placa com recursos próprios e em seu nome e também do jornal onde trabalhava ( “O Esporte”) homenageou o Rei do Futebol. A placa de bronze foi fixada no Maracanã, desde então, todo gol considerado incrível passou a ser denominado com a expressão “gol de placa”.

Rei Pelé, autor do gol de placa!

Saiba mais sobre joelmir beting:

Joelmir Beting nasceu em Tambaú, interior de São Paulo, em 21 de dezembro de 1936. Em 1957, começou a estudar sociologia na Universidade de São Paulo (USP) para fazer carreira no jornalismo. Em 1957, iniciou carreira na editoria de esportes. Trabalhou nos jornais “O Esporte” e “Diário Popular” e também na rádio Panamericana, que posteriormente virou Jovem Pan.

Em 1962, sociólogo formado, trocou o jornalismo esportivo pelo econômico. Em 1968, virou editor de economia do jornal “Folha de S.Paulo”. Em 1970, lançou sua coluna diária, que foi publicada durante anos por uma centena de jornais brasileiros, com o timbre da Agência Estado.

Em 1991, o profissional iniciou nova fase no jornal “O Estado de S.Paulo”. A coluna foi mantida até 30 de janeiro de 2004. No mesmo ano que ela foi lançada, em 1970, Joelmir também começou a passar informações diárias sobre economia nas rádios Bandeirantes, CBN, Jovem Pan e Gazeta e nas redes de TV Bandeirantes, Gazeta, Record e Globo, até 2003.

Em março de 2004 voltou ao grupo Bandeirantes. Permaneceu até hoje como comentarista econômico nas rádios Band News FM e Bandeirantes, e também do Jornal da Band, na TV. Também era um dos âncoras do programa de entrevistas “Canal Livre”. Na Rede Globo, trabalhou por 18 anos.

Ele escreveu ainda dois livros: “Na prática a teoria é outra” e “Os juros subversivos”.

Joelmir Beting deixa dois filhos: o publicitário Gianfranco e o jornalista esportivo Mauro.

Fonte: G1

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Edmar Junior

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PALESTRA GESTÃO PROFISSIONAL – CASE SANTOS F.C

Gestão Profissional de Clube Esportivo – Case Santos F.C

Objetivos: Apresentar o case de sucesso do Santos F.C que adota a Gestão Profissional em suas ações estratégicas e operacionais. Com esta medida o clube conseguiu, entre outras ações, a fixação de seu atleta com maior valor de mercado nacional e com interesse manifestado por vários clubes internacionais.

Além disso, o clube tem adotado, como novidade no meio esportivo, a estrutura funcional de um comitê gestor que visa adequar as decisões de investimentos.

Esta ação busca o equilíbrio econômico financeiro da organização associado às expectativas do torcedor e à capacidade competitiva do clube em todos os certames em que participa.

Palestrante: Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro
Presidente do Santos Futebol Clube.

Participou de diversas empresas e instituições como membro do Conselho Monetário Nacional, do Conselho de Administração do SERPRO – Serviço de Processamento de Dados da União, do Conselho Nacional de Turismo, da Cia City de Desenvolvimento, do Conselho Sobre Destinação Social da Política de Terras do Governo do Estado de São Paulo, do Conselho de Clientes da TAM, da Cruzada Pró-Infância e do Santos Futebol Clube por 17 anos ininterruptos.

Data: 12 de Dezembro de 2012 – Quarta-Feira, das 19h00 às 20h30.

Local: Auditório 2 do Conselho Regional de Administração de São Paulo – Rua Estados Unidos, 865/889 – Jardim América – São Paulo – SP

Fonte / Inscrições: CRA-SP

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Edmar Junior

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MESSI AINDA NÃO SUPEROU PELÉ!

Por Wesley Miranda

Não gosto dessas comparações de quem foi melhor; Pelé ou Messi?

Mas confesso que me apego aos números e as estatísticas para ver as marcas atingidas, não só desses, como de outros grandes jogadores da história do futebol.

Ao marcar os dois gols na vitória frente ao Sevilla, Messi chegou ao seu 82º gol em 2012 e está a três gols de igualar a marca de Gerd Müller no recorde de gols em um ano. Quando Messi marcou o 76º gol, superou Pelé no mágico ano de 1958 com seus 75 gols. Mas, e os mais de 100 gols em 1959 não contam?

Com o sucesso na Copa da Suécia, o mundo queria ver o Rei, o menino que recém completara 18 anos e estava no começo de sua carreira.

Já nos primeiros dias de 1959, o Santos começa a excursão pela América do Sul e Central. Em 14 jogos, Pelé marcou 15 gols. Apenas três dias depois de jogar na Venezuela, Pelé entrava em campo pelo Selecionado Paulista. Só depois de dois jogos, o menino ganhou duas semanas de descanso. A segunda maratona seria mais longa e estafante. Era apenas Março quando Pelé fez seis jogos pela seleção e marcou oito gols. Em Abril, começava o Rio-SP, Pelé foi campeão marcando gol na final, foram seis em sete jogos.

Agora, era a hora de mostrar para o velho mundo o time do Rei e os selecionáveis Zito e Pepe em uma excursão intensa e inimaginável para os dias atuais, 22 jogos em 45 dias. Pelé, principal atração do time jogou os 22 jogos, afinal, ele tinha que jogar de qualquer jeito. Nesses jogos, Pelé marcou 28 gols, alguns contra os melhores times do mundo, seis na Internazionale de Milão, dois contra o Barcelona no Camp Nou, um contra o Real de Di Stefano e Puskas e um contra o Botafogo de Nílton Santos, Garrincha, Didi, Zagallo…na conquista do Tereza Hererra.

Cartaz de Santos x Enschede (Holanda) destacando as presenças de Pelé, Zito e Pepe.

Na volta para o Brasil, mais dois amistosos pelo Nordeste e só depois o concorrido Campeonato Paulista, além de jogos pela I Taça Brasil, Seleção Brasileira, Paulista, e até pelo exercito, sim ele marcou 14 gols no período em que serviu, inclusive três contra o Santos FC em amistoso.

Ao fim do ano de 1959 Pelé chegou aos 112 gols, excluindo os 14 feitos no período militar. 

E foi assim, com uma média de 86 jogos por ano que Pelé só foi parar mesmo em 1962 na Copa com a Seleção. No Santos o Rei já vinha sendo poupado, até ficando de fora de jogos importante da Libertadores.

A realidade era outra, sem os milhões pagos por tv, patrocínio e sócios, o Santos tinha que se desdobrar para ganhar títulos e fazer dinheiro para manter seus craques excepcionais, para isso chegava ao absurdo de três jogos por semana em média. Mas, os gols de Pelé mundo afora não poderia ficar de fora de nenhuma contagem.

Olhar para o passado com os olhos do presente. Se até comparar as estatísticas as coisas se complicam, imaginem comparar jogadores em tempos tão distintos.

Mas, se Pelé jogasse hoje….

Muitos alegam a condição física do futebol atual, mas esquecem que Pelé além de grande futebolista, foi um grande atleta, tanto que seus números chamavam atenção de outras modalidades; pulava 1,8 metros de altura, 6,5 de distância e corria 100 metros em 11 segundos, nessa última vale dizer que Bolt detém o recorde de 8,95.

Agora imagina os gols de Pelé em seis, sete ângulos diferentes, correndo o mundo. E se ainda ele jogasse na Europa onde tudo que é feito é endeusado. Vão falar que ele encontraria zagueiros melhores e grandes times, como se não tivesse lá Málaga, Rayo Vallecano, Español, Granada, Getafe, Mallorca, Zaragoza, Levante, Osasuna…..

Ai vão falar que o Pelé não jogava como hoje. Eu digo: felizmente.

Rei Pelé

Mas se querem tanto comparar….

E se existisse uma máquina do tempo que pudesse realizar o encontro? Mas ao invés de Pelé nos dias atuais, algum cientista maluco mandasse Messi para mudar a história do futebol mundial e fazer da Argentina a maior potência, e o Barcelona, bater o Real Madrid Franquista.

La pulga, encontraria um gramado bem diferente dos atuais, uma época em que os árbitros não usavam cartões (só em 1970). Certamente a média de 2,4 faltas sofridas por jogo aumentaria significativamente. E se precisasse usar a medicina da época? Mas, e a excursão que tem Messi como maior estrela? Sem ele o clube recebe apenas 30% do combinado, dia sim e dia não ele tem que entrar em campo. Se precisar, vai jogar mesmo que seja com infiltração, mais pra frente ele resolve isso.

E o material esportivo? Chuteiras pesadas, bolas pesadas, camisas pesadas… dia desses os jogadores da Seleção Brasileira não quiseram usar a réplica da camisa de 1958 por ser pesada….

Por essas e outras não podemos nunca comparar, afinal, o que o Messi faz até minha filha de cinco anos vê na tv o tempo todo, o que o Pelé fez, requer muito mais que sentar e assistir!!

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PRESIDENTE LUIZ ALVARO NA REVISTA STUDIOBOX

O Presidente do Santos Futebol Clube, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro (LAOR), concedeu entrevista para a Revista StudioBox,  publicação que tem como foco contar a história das pessoas que fazem a cidade de Santos acontecer e formam opinião.

Clique nas imagens para ampliar e confira a entrevista:

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saiba mais…


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DIA EM MEMÓRIA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Em 2010, integrantes do grupo Memória Futebol, José Renato Sátiro Santiago, John Mills (biógrafo de Charles Miller) e Marcelo Unti (amigo e torcedor do Santos Futebol Clube) uniram-se para tentar viabilizar a adoção de um dia em homenagem a Memória do Futebol.

Durante o trabalho para alcançar tal intento conheceram Sandro Kuschnir, que os apoiou na busca de alternativas que pudessem auxiliar o grupo.

Conseguiram levar uma proposta em prol da Memória do Futebol ao vereador Floriano Pesaro, que investiu todos os seus esforços por esta causa.

No início de 2012 o grupo foi informado sobre a promulgação da LEI 15.522, que institui o Dia em Memória ao Futebol Brasileiro a ser comemorado no dia 24 de novembro (data de aniversário de Charles Miller, o pai do futebol no Brasil).

Charles William Miller, nasceu em 24 de Novembro de 1874, no Brás, um bairro de São Paulo, foi um dos grandes responsáveis pela introdução do futebol no Brasil, quando trouxe da Inglaterra, onde tinha ido estudar, bolas e um livro de regras sobre a prática do esporte. Charles era atacante e foi artilheiro da primeira competição oficial disputada no Brasil, o Campeonato Paulista de 1902, além de ter sido tricampeão paulista, jogando pelo São Paulo Athletic nos anos de 1902, 1903 e 1904.

A comemoração deste dia visa perpetuar os marcos históricos do futebol brasileiro:

– Antiga Várzea do Carmo, área entre as ruas do Gasômetro e Santa Rosa, local do primeiro jogo sob regras;

– Rua Três Rios, área do Colégio Santa Inês, local do primeiro campo exclusivo para a prática do futebol;

– Rua Visconde de Ouro Preto, onde se localiza o Clube Atlético São Paulo – SPAC, o primeiro clube de São Paulo, cuja equipe foi a primeira campeã de uma competição oficial no Brasil;

– Área em torno da Praça Roosevelt, local do primeiro estádio de futebol, o antigo Velódromo, entre as ruas Nestor Pestana e Consolação;

– Museu do Futebol, localizado na Praça Charles Miller, que é o primeiro museu público exclusivo em prol da memória do futebol brasileiro

Pois bem, hoje é dia 24 de novembro, aniversário de Charles Miller e agora também Dia em Memória ao Futebol Brasileiro. Um dia de celebração para todos que são apaixonados por este maravilhoso esporte!

evento

Com objetivo de comemorar a instituição do dia 24 de novembro, como o dia em homenagem a Memória do Futebol Brasileiro, conforme definido pela Lei Municipal 15.522/2011, acontecerá um evento no dia 8 de dezembro, um sábado, a partir das 9:30, no Teatro Eva Herz, situado dentro da Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

Neste dia será entregue o troféu “Marcos do Futebol” para 11 personalidades que contribuem e/ou contribuíram com a memória deste fascinante esporte e cuja lista está sendo fechada mas que conta com um representante de cada instituição ligado aos 5 marcos do futebol – Várzea do Carmo, Chácara Dulles (hoje Colégio Santa Inês), Paulistano (proprietário do Velódromo), SPAC (primeiro campeão) e Museu do Futebol. Também serão homenageados personalidades ligadas à memória do futebol como Osmar Santos, Celso Unzelte, Oberdan Cattani, Prof. José Teixeira e Floriano Pesaro dentre outros.

Aproveitando a oportunidade será anunciada a criação do Instituto Brasileiro de História e Memória do Esporte com o objetivo principal de difundir, preservar e divulgar a história e a memória de todos os esportes e produzir conteúdo nessa área.

O evento está sendo organizado pelo Grupo Memória Futebol e a entrada é franca.

OBS: Todas as iniciativas desenvolvidas pelo Grupo Memória Futebol não possui quaisquer objetivos econômicos e lucrativos. Todos os recursos e gastos investidos no evento, desde a contratação de funcionários responsáveis pela infraestrutura técnica do teatro até a confecção dos troféus que serão entregues e/ou qualquer outro gasto de qualquer natureza serão bancados exclusivamente pelo grupo, sem dispêndio de recurso público ou de outra organização. Em função disto, o grupo agradece a Livraria Cultura por ceder o espaço para o evento.

saiba mais…

Assista o programa Sala de Visita sobre o Dia em Memória do Futebol Brasileiro, apresentado pelo Vereador Floriano Pesaro e que teve como convidados José Renato Sátiro Santiago e John Mills:

Confira abaixo o texto original referente ao PROJETO DE LEI Nº 474/11 de autoria do VEREADOR FLORIANO PESARO – PSDB, publicado na Secretaria Geral Parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo, em 12 de janeiro de 2012:

Altera a Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a finalidade de incluir no Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo o Dia em Memória ao Futebol Brasileiro, a ser comemorado no dia 24 de novembro, e dá outras providências.

José Police Neto, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, faz saber que a Câmara Municipal de São Paulo, de acordo com o § 7º do artigo 42 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, promulga a seguinte lei:

Art. 1º Fica acrescido inciso ao art. 7º da Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a seguinte redação:

“- 24 de novembro: o Dia em Memória ao Futebol Brasileiro, a ser comemorado no dia do nascimento de Charles Miller, que introduziu o esporte sob regras no Brasil, e cuja celebração visa perpetuar os marcos históricos do futebol brasileiro formados pela antiga Várzea do Carmo, área entre as ruas do Gasômetro e Santa Rosa, local do primeiro jogo sob regras, Rua Três Rios, área do Colégio Santa Inês, local do primeiro campo exclusivo para a prática do futebol, Rua Visconde de Ouro Preto, onde se localiza o Clube Atlético São Paulo – SPAC, o primeiro clube de São Paulo, cuja equipe foi a primeira campeã de uma competição oficial no Brasil, área em torno da Praça Roosevelt, local do primeiro estádio de futebol, o antigo Velódromo, entre as ruas Nestor Pestana e Consolação, e o Museu do Futebol, localizado na Praça Charles Miller, que é o primeiro museu público exclusivo em prol da memória do futebol brasileiro, mediante comunicação ao Poder Executivo, quando couber.”

Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Câmara Municipal de São Paulo, 12 de janeiro de 2012.

JOSÉ POLICE NETO, Presidente

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Edmar Junior

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DIA DO MÚSICO

O Blog DNA Santástico, na figura de seu mantenedor Edmar Junior, deseja uma feliz Dia do Músico para todos os músicos, em especial aqueles que também são torcedores do glorioso alvinegro praiano como: Afro-X, Arnaldo Antunes, Arrigo Barnabé, Chitãozinho e Xororó, Chorão, Fábio Jr, Guilherme Arantes, Jair Rodrigues, Kiko Zambianchi, Luiz Américo, Mano Brown, Mariana Belém, Renato Teixeira, Sérgio Brito, Solimões, Supla, Paulo Miklos, Tony Bellotto, Toni Tornado, Vavá e Zeca Baleiro entre muitos outros.

Cantor Afro-X com Neymar e Edinho

No início, a música era apenas ritmo marcado por primitivos com instrumentos de percussão, pois como os povos da antiguidade ignoravam os princípios da harmonia, só com o tempo foram acrescentando a ela fragmentos melódicos. Na pré-história o homem descobriu os sons do ambiente que o cercava e aprendeu suas diferentes sonoridades: o rumor das ondas quebrando na praia, o ruído da tempestade se aproximando, a melodia do canto animais, e também se encantou com o seu próprio canto, percebendo assim o instrumento musical que é a voz.

Chorão (Banda Charlie Brown Jr) e Edmar Junior

Mas a música pré-histórica não é considerada como arte, e sim uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro, apenas um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e a dança. Os primeiros dados documentados sobre composições musicais referem-se a dois hinos gregos dedicados ao deus Apolo, gravados trezentos anos antes de Cristo nas paredes da Casa do Tesouro de Delfos, além de alguns trechos musicais também gregos, gravados em mármore, e mais outros tantos egípcios, anotados em papiros. Nessa época, a música dos gregos baseava-se em leis da acústica e já possuía um sistema de notações e regras de estética.

Edmar Junior e a cantora Mariana Belém

Por outro lado, a história de Santa Cecília, narrada no Breviarium Romanum, a apresenta como uma jovem de família nobre que viveu em Roma no século III, nos princípios do cristianismo, decidida a viver como monja desde a infância. Mas apesar dos pais a terem dado em casamento a um homem chamado Valeriano, a jovem convenceu o noivo a respeitar-lhe os votos e acabou convertendo-o a sua fé, passando os dois a participar diariamente da missa celebrada nas catacumbas da via Ápia. Em seguida, Valeriano fez o mesmo com o irmão Tibúrcio, e com Máximo, seu colega íntimo, e por isso os três foram martirizados pouco tempo depois, enquanto Cecília, prevendo o que lhe aconteceria, distribuiu aos pobres tudo o que possuía. Presa e condenada a morrer queimada, ela foi exposta ao fogo durante um dia e uma noite, mas como depois disso ainda se encontrava sem ferimentos, um carrasco recebeu ordem para decapitá-la. Mas, seu primeiro golpe também falhou. Isso aconteceu durante o ano 230, no reinado de Alexandre Severo, época em que Urbano I ocupava o papado. Anos depois uma igreja foi erigida pelo papa no local em que a jovem mártir residira, tornando-se a Igreja de Santa Cecília uma das mais notáveis de Roma.

Cantor Supla e Edmar Junior

Muito embora o Breviarium Romanum não faça menção alguma às prendas musicais de Cecília, ela se tornou, por tradição, a padroeira dos músicos, da música e do canto, cuja data de comemoração é 22 de novembro, o mesmo dia dedicado à santa. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tal doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

Santa Cecília é uma santa, considerada pelos católicos a padroeira dos músicos.

Adota-se o termo músico quando nos referimos a qualquer pessoa ligada diretamente à música, em caráter profissional ou amador, exercendo alguma função no campo de música, como a de tocar um instrumento musical, cantando, escrevendo arranjos, compondo, regendo, ou dirigindo um grupo coral ou algum grupo de músicos, como orquestras, bandas, big band de Jazz, ou ainda lecionando, trabalhando no campo de educação, em terapia musical.

Cantores Guilherme Arantes, Zeca Baleiro e Kiko Zambianchi

Um músico brasileiro pode ter ou não, uma carteira de alguma instituição que o reconheça, como a Ordem dos Músicos do Brasil. Um músico também pode ou não ter a formação acadêmico-técnica (através de escolas de música, conservatórios, faculdades ou universidades). Quando ele não tem formação alguma, costuma-se dizer que é um músico popular, ou ainda que aquele músico produz música de ouvido.

Fonte: Wikipédia.

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Edmar Junior

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