Arquivo da categoria: Homenagem

Homenagem ao Rei Pelé por Roberto Dias Álvares

PELÉ

Autor: Roberto Dias Álvares
Poesia

Pelos gramados do planeta
Espetáculos presenciados por milhões.
Levitando com a camisa branca, ou branca e preta
É ele, o rei do esporte das multidões.

Rei do futebol, não á toa.
Edison Arantes do Nascimento
Iluminado, fala de Pelé na terceira pessoa.

Drible, passe, chute, lançamento.
Onde? Quem? Por quê tanto talento.

Felizmente ele é nosso artista.
Único, completo e talentoso.
Tem nos pés a ginga de um passista.
E mostrando sua arte foi generoso.
Brasileiro, mineiro, Santista.
Onde quer que vá, recebimento honroso.
Lícito é considerá-lo o maior esportista.

Pelé - Rei do Futebol - Blog DNA Santástico

Rei Pelé – Foto: Domício Pinheiro/AE


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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
– Sócio do Santos FC desde 08/2006.
– Ex-Diretor Social da Associação Movimento Resgate Santista.
– Membro da ASSOPHIS (Assoc. dos Pesq. e Historiadores do SFC)
Membro da Confraria do Futebol Paulista/Por um Futebol Melhor
– Membro do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol)
Colecionador de livros sobre o Santos FC e seus ídolos.
Campeão do Quiz do Torcedor no Navio do Centenário.
Mantenedor do Blog DNA Santástico.

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Banda da Padoca A Santista no Carnaval 2014 – Os Deuses da Bola

A banda da padoca ‘A Santista’ do sempre atuante e alegre Carlinhos prestará ao eterno ataque mágico do Santos uma linda homenagem neste carnaval de 2014.

Carlinhos da Padoca e Edmar Junior

Carlinhos da Padoca e Edmar Junior

A homenagem será através do samba ‘Os Deuses da Bola’, composição de Ricardo Peres e interpretação de Zinho.

Muito bacana esta iniciativa da banda da padoca, sem dúvida alguma esses Deuses da bola são dignos dessa merecida homenagem.

O ídolo Dorval que atualmente passa por algumas dificuldades será beneficiado com parte das receitas que a banda da padoca conseguir auferir durante este carnaval.

Parabéns Carlinhos, Ricardo Peres, Zinho e todos os demais envolvidos!

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Edmar Junior

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GRUPO LITERATURA E MEMÓRIA DO FUTEBOL HOMENAGEOU O ATAQUE MÁGICO DO SANTOS FC

Na manhã de sábado (12/10), no auditório do Museu do Futebol (Estádio do Pacaembu) ocorreu a 50ª Reunião do Memofut, grupo literatura e memória do futebol do qual sou membro.

logo aprovado memofut

Desta vez, o tema central da reunião foi: UMA HOMENAGEM AO ATAQUE MÁGICO DO SANTOS FUTEBOL CLUBE.

a

Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe – O Ataque Mágico

Como de costume a reunião do grupo iniciou com um café e memorabilia futebolística especial, onde os participantes nesta ocasião puderam levar qualquer livro, artigo ou objeto antigo ligado ao time dos sonhos do Santos Futebol Clube e seu ataque mágico.

Depois todos assistiram um lindo vídeo de introdução e participaram de um excelente bate-papo bola com Dorval e Coutinho, dois pilares do ataque mágico do Santos Futebol Clube e do futebol mundial.

2013 10 12 - MEMOFUT - Ataque Magico (13)

Na sequencia da programação, o membro do Memofut, Economista, cronista e torcedor do Santos Futebol Clube, Sr. Humberto Mariano, realizou a apresentação “O QUINTETO MÁGICO EM NÚMEROS” ou “QUATRO ASES, DOIS VALETES E UM CORINGA – PARTE I”.

Sr. Humberto Mariano durante sua apresentação.

Sr. Humberto Mariano durante sua apresentação.

Encerrando a programação, um bate papo com o Administrador de Empresas Sr. José Roberto Brandi dos Santos, este agora também membro do Memofut e autor do  livro “SANTOS FUTEBOL CLUBE X O MUNDO”, recentemente lançado no Memorial das Conquistas do Santos FC. No bate papo ele explicou como foi o processo que culminou na publicação do livro, contou que entre outras fontes utilizou seu acervo pessoal com mais de 3.000 itens (jornais, revistas etc.)  e também revelou algumas das interessantes histórias que compõem o livro.

José

José Roberto Brandi dos Santos e Darcio Ricca (Coordenação do Memofut)

José Roberto Brandi dos Santos e Edmar Junior

José Roberto Brandi dos Santos e Edmar Junior

MINI-BIOGRAFIA

Antônio Wilson Honório, o COUTINHO, da inesquecível parceria com Pelé e das consagradas tabelinhas, gênio da camisa 9 e também um dos pilares do chamado “Ataque Mágico” do Santos e da história do futebol mundial. Piracicabano de origem, passou por Santos, Vitória, Portuguesa, Bangu, Atlas-MEX e SAAD de São Caetano. Treinador e formador de categorias de base, como no Santos F.C..

Coutinho, Edmar Junior e Dorval durante reunião do MEMOFUT

Coutinho, Edmar Junior e Dorval durante reunião do MEMOFUT

Dorval Rodrigues, o DORVAL, maior ponta-direita da história do Santos F.C., um dos pilares do chamado “Ataque Mágico” do Santos e da história do futebol mundial. Gaúcho de Porto Alegre (RS), passou pelos juvenis do Grêmio, Esporte Clube Força e Luz, Juventus, Santos, Racing-ARG, Palmeiras, Atlético-PR, Valencia-VEN e SAAD de São Caetano-SP. Professor de projeto social de grande importância formador de cidadania pelo esporte.

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Enfim, foi uma belíssima reunião, certamente inesquecível para todos que lá estiveram.

2013 10 12 - MEMOFUT - Ataque Magico (5)

Realização:
– MEMOFUT – Grupo de Literatura e Memória do Futebol
– Museu do Futebol

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
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DESCANSE EM PAZ ETERNO ÍDOLO GYLMAR DOS SANTOS NEVES

O ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves, de 83 anos, faleceu neste domingo (25) no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Ele estava internado desde 8 de agosto com infecção urinária e infarto agudo no miocárdio.

Gilmar - Defesa - Blog DNA Santastico

Gylmar já apresentava sequela de um acidente vascular cerebral (AVC) ocorrido há 13 anos e insuficiência cardíaca. Ele estava internado com infecção sistêmica e o quadro era considerado irreversível.

Abaixo segue reprodução de post originalmente publicado em 14/09/2012 contendo uma singela homenagem que eu e amigos prestamos ao eterno ídolo Gylmar.

HOMENAGEM AO ETERNO ÍDOLO GYLMAR DOS SANTOS NEVES

Assim como fizemos anteriormente com o ex-jogador e eterno ídolo Dalmo Gaspar, eu e meus amigos Alex Santos e Wesley Miranda com muita honra prestamos mais uma homenagem para um grande ídolo da história do Santos Futebol Clube, desta vez o homenageado foi Gylmar dos Santos Neves, que de forma excepcional gentilmente nos recebeu em vossa residência e nos permitiu vivenciar uma experiência emocional que jamais esqueceremos!

Goleiro extremamente vitorioso no Santos Futebol Clube e na seleção brasileira, Gylmar marcou época e foi sem dúvida um dos melhores goleiros da história do futebol mundial em todos os tempos.

Acompanhado por sua esposa, o eterno ídolo Gylmar recebeu das nossas mãos uma placa como forma de agradecimento por sua dedicação e por tudo que ele fez literalmente defendendo o Santos Futebol Clube.

Placa que foi entregue ao ídolo Gylmar

Alex Santos, Edmar Junior e Wesley Miranda com o ídolo Gylmar e esposa.

Visivelmente emocionado, assim como todos que ali estavam, Gylmar chorou, mas como ressaltou sua esposa, foi um choro de alegria!

Para descontrair, contamos ao Gylmar sobre a visita que realizamos anteriormente ao Dalmo Gaspar, companheiro dele no grande Santos dos anos 60, meu amigo Alex Santos mostrou-lhe um vídeo que gravamos na casa do Dalmo e Gylmar sorriu demonstrando alegria ao ver as imagens.

Gylmar assistindo vídeo que gravamos na casa do seu companheiro de Santos Futebol Clube, o Dalmo Gaspar.

Num momento posterior e ainda mais descontraído, o ídolo Gylmar nos permitiu utilizar um par de luvas que ele usou nos áureos tempos em que defendia a meta santista.

Edmar Junior, Alex Santos e Wesley Miranda com as luvas de goleiro outrora utilizadas pelo ídolo Gylmar dos Santos Neves

Gylmar ficou extremamente feliz com a nossa homenagem! Como forma de agradecimento, mesmo com as limitações físicas decorrentes de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) sofrido anos atrás, ele não mediu esforços para nos conceder autógrafos, algo que já não fazia há algum tempo, mesmo com certa dificuldade ele conseguiu e deixou todos surpresos, inclusive as pessoas que convivem diariamente com ele.

A ocorrência do AVC que Gylmar sofreu no ano 2000, teve como consequência a paralisação do lado direito do corpo, desde então ele faz uso de uma cadeira de rodas, tem dificuldade para falar, mas nunca perdeu a lucidez.

Gylmar concedendo autógrafo no meu manto sagrado da Vila.

Antes de encerrarmos a visita, fiz questão de beijar uma das mãos milagrosas do ídolo Gylmar, foi um gesto de humildade, respeito, reverência e agradecimento pelas inúmeras defesas que ele praticou pelo nosso glorioso Santos Futebol Clube.

vídeo

Contém imagens da carreira de Gylmar e da homenagem que prestamos.

gylmar dos santos neves, SAIBA MAIS…

Natural da cidade de Santos, Gilmar (com “i” como ficou conhecido no mundo da bola) dos Santos Neves, nasceu no dia 22 de agosto de 1930.

O jovem Gilmar iniciou sua trajetória no futebol em 1945, aos 15 anos de idade, no antigo Hespanha, atual Jabaquara, clube localizado no bairro em que Gilmar residia, o Jabaquara. Em 1949, aos 19 anos, após o término de sua prestação militar onde atendia como “Cabo Neves”, tornou-se titular do Hespanha.

Em 1951, após uma inusitada negociação Gilmar transferiu-se para o Corinthians, onde permaneceu até 1961. Em meio a este período, Gilmar foi convocado em 1953 pela primeira vez para defender a seleção brasileira, porém, uma contusão impediu o técnico da seleção, Zezé Moreira, convocar Gilmar para aquela que poderia ter sido sua primeira Copa do Mundo, na Suiça em 1954.

Mais adiante Gilmar conquistou a chance de defender a meta brasileira na Copa do Mundo realizada na Suécia em 1958, convocado pelo então técnico Vicente Feola. Aos 28 anos, Gilmar debutava em mundiais ao lado de grandes jogadores. A seleção fez uma bela campanha, a grande decisão foi contra os suecos, donos da casa, o Brasil de Gilmar não decepcionou, venceu por 5 x 2 e conquistou o primeiro título mundial de sua história.

A Copa de 1958 mostrou além do título brasileiro, o surgimento do melhor jogador de todos os tempos – Pelé -, mas ela serviu também para mostrar ao mundo o melhor goleiro brasileiro de todos os tempos: Gilmar. Reverenciado e escolhido por todos –  inclusive pela lenda Lev Yashin, o “Aranha Negra”, como o melhor goleiro da Copa de 1958 na Suécia.

Uma imagem que certamente ficou eternizada após a conquista do mundial foi o emocionado Gilmar ainda no gramado, após a vitória contra a Suécia, abraçado ao então garoto Pelé que estava em prantos de alegria.

No retorno ao Brasil, Gilmar e os demais jogadores desembarcaram no Rio de Janeiro acompanhados de quatro aviões da FAB. Em seguida, rumaram ao Palácio do Catete, onde receberam das mãos do Presidente da República Juscelino Kubitschek, medalhas de honra ao mérito.

Gilmar, unanimidade perante a meta brasileira, continuou titular absoluto da seleção e, em 1962, na Copa do Chile, comanda por Aymoré Moreira, disputou o segundo mundial consecutivo de sua carreira, sagrando-se bicampeão mundial.

As vésperas de completar 36 anos de idade, Gilmar participou de seu terceiro e último mundial, em 1966, na Inglaterra. Dessa vez, porém, a seleção canarinho não obteve êxito.

No mesmo ano da fatídica Copa da Inglaterra, Gilmar, extremamente disciplinado e leal, recebeu o troféu Belfort Duarte (prêmio inspirado no jogador maranhense João Evangelista Belfort Duarte, campeão carioca pelo América em 1913, considerado um ícone da lealdade e disciplina dentro de campo. O troféu era conferido aos atletas mais disciplinados).

Três anos mais tarde, em 1969, aos 39 anos de idade, Gilmar despedia-se da seleção brasileira no amistoso realizado contra seleção da Inglaterra, no Maracanã, no dia 12 de junho de 1969. O Brasil venceu por 2 x 1. O goleiro aposentava a camisa canarinho em meio ao auge da ditadura militar brasileira do general Médici. Em 16 anos na meta brasileira, Gilmar atuou 103 partidas, sofrendo 104 gols, conquistando os seguintes títulos:

– Copa do Mundo: 1958 e 62.
– Copa Oswaldo Cruz: 1955, 58, 61 62 e 68.
– Copa Roca: 1957, 60 e 63.
– Copa O´Higgins: 1959 e 60.
– Copa do Atlântico: 1960.

A história de Gilmar no gol da seleção brasileira foi realmente espetacular. Contudo, o retorno ao Corinthians, após a Copa da Suécia em 1958, não foi o que realmente o “Girafa” (apelido de Gilmar) esperava. Sofrendo pelo envelhecimento do time e com o engradecimento dos adversários paulistas diretos, principalmente o Santos de Pelé, culminando com a fila de títulos que já começava a incomodar, começou a ruir a carreira de Gilmar no clube. A gota d´água aconteceu em julho de 1961, em uma briga com o presidente do clube Wadih Helou. Gilmar, acabou tendo o seu passe vendido ao Santos.

Na Vila Belmiro, Gilmar conquistou muito mais glórias e reconhecimento, sendo aclamado como o grande guardião da história do Peixe. O já forte Santos do Rei Pelé, com a chegada de Gilmar, tornou-se ainda mais forte. Ele era o goleiro espetacular para uma equipe espetacular. No clube, conquistou todos os títulos imagináveis.

Gilmar no melhor time de todos os tempos!

Jogou contra o Corinthians pela primeira vez, no dia 23 de setembro de 1962 pelo Campeonato Paulista, na Vila Belmiro. O Corinthians, na época grande freguês santista, como se esperava foi goleado, na ocasião por 5 x 2. Vestindo a camisa santista, entre os anos de 1962 a 1969, enfrentou seu ex-time Corinthians onze vezes, venceu dez e empatou uma, sofreu 16 gols e viu sua equipe balançar as redes corinthianas 35 vezes.

Entre as inúmeras conquistas de Gilmar com a camisa do Santos, as mais importantes foram o bicampeonato da Taça Libertadores da América e do mundial  interclubes em 1962 e 1963.

Em 1969, mesmo ano em que se aposentou da seleção brasileira, Gilmar também se aposentou definitivamente dos gramados, encerrando no Santos a vitoriosa carreira de muitos títulos,  fato que lhe rendeu uma conquista pessoal, sendo o goleiro mais vezes campeão do futebol brasileiro de todos os tempos.

O goleiro encerrou sua vida profissional no futebol, mas estava longe de encerrar a liderança exercida em vinte anos de carreira. Logo após sua despedida dos gramados, Gilmar foi convidado para presidir o Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, cargo em que permaneceu até meados de 1971. Em 1982, após um logo hiato de onze anos que o separou da vida futebolística, atuando como comerciante de automóveis, voltou atuar na seleção brasileira, dessa vez como supervisor técnico ao lado do treinador Carlos Alberto Parreira, com a difícil missão de renovar a seleção duramente eliminada na Copa da Espanha em 82. Permaneceu no cargo até 1984. Voltou a atuar como dirigente esportivo somente em 2000, porém, em um cargo público como secretário de esportes da Prefeitura de São Paulo, precisando afastar-se, infelizmente, devido a um AVC ocorrido no dia 16 de Junho de 2000, que o deixou internado na UTI, às vésperas de completar 70 anos de idade. Felizmente, o guardião santista sobreviveu. No entanto, hoje vive com parte do corpo paralisado.

Com sua calma, técnica, frieza e liderança, Gilmar foi sinônimo de confiança à frente do lendário gol santista. Em sete anos de clube, manteve tranquilos os zagueiros que com ele jogavam, pois sabiam que a única posição do time que jamais poderia falhar estava guarnecida com o melhor goleiro brasileiro de todos os tempos. Gilmar, sem a menor sombra de dúvidas, foi o goleiro à altura real da grandeza da equipe do Santos.

Gilmar dos Santos Neves, que com a camisa do Santos, conquistou as maiores glórias possíveis na vida de um jogador de futebol, provou que é possível nascer grama onde pisa um goleiro, desde que o goleiro seja ele, é claro.

Referência Bibliográfica:
Grandes Ídolos do Santos / Martinez, André / Ícone Editora / 2011

Títulos que Gilmar conquistou no Santos Futebol Clube:

– Campeão Mundial (1962/1963);
– Campeão da Libertadores da América (1962/1963);
– Campeão Brasileiro (1962/1963/1964/1965/1968);
– Campeão Torneio Rio-São Paulo (1963/1964/1966);
– Campeão Paulista (1962/1964/1965/1967/1968);
– Campeão Recopa Sul-Americana (1968);
– Campeão Recopa Mundial (1968).

Fonte: Santos Futebol Clube

Assista também:

Em suma, eu jamais esquecerei deste dia que tivemos com o eterno ídolo Gylmar, foi emocionante,  tenho certeza que este é também o sentimento dos meus amigos Alex Santos e Wesley Miranda.

Antes de terminar o post, registro um agradecimento especial ao Marcelo Neves (filho de Gylmar) e Sra Rachel Neves (esposa do Gylmar), pois ambos foram fundamentais na viabilização da homenagem prestada ao eterno ídolo Gylmar dos Santos Neves, muito obrigado!

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

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Chorão dando palinha no Cruzeiro do Centenário do SFC e homenagem pontual

Homenagem PMS ao Chorao - Blog DNA Santastico

No vídeo abaixo estão imagens do Chorão dando uma palinha antes do show do Charlie Brown Jr no cruzeiro do Centenário do Santos Futebol Clube à bordo do navio Grand Mistral em 2012.

HOMENAGEM PONTUAL

Chorao - Muro - Blog DNA Santastico

Na manhã de hoje (09/03/2013) Chorão recebeu uma homenagem no muro do CT Rei Pelé, abaixo explicada pelo artista Paulo Consentino.

“Foi uma homenagem pontual, uma intervenção temporária. Por motivos alheios a nossa vontade desde setembro de 2012, há um espaço que ficou em branco. Uma pesquisa com o torcedor está programada pra decidirmos qual jogador do Santos FC deverá ocupar esse espaço no muro. Após esta escolha, aprontaremos a arte que retratará o atleta e a imagem estará lá permanentemente. Esta homenagem ao Chorão é um sinal de reconhecimento e respeito a um artista da cidade, que viveu seu sonho de fazer música, surgiu ontem espontaneamente nas redes sociais e entre meus colaboradores. Ele levou o nome do Santos FC e da cidade pelo mundo com sua arte e arte é a nossa vida. Esse banner, que o coloca lado a lado com os outros personagens do mural, foi a forma encontrada de prestar nosso respeito não apenas ao artista, mas a um homem que se foi prematuramente, deixando família e uma legião de amigos e admiradores. Homenagear chorão é uma maneira de reverenciar a arte, por que o mundo sempre precisará de artistas.”

O Blog DNA Santástico, na figura de seu mantenedor Edmar Junior, parabeniza o artista Paulo Consentino e sua equipe, embora a ação seja algo pontual, a atitude da homenagem será eterna.

Veja Tambem - Blog DNA Santastico

Navio do Centenário – 3º Dia | Parte 04 | Show Charlie Brown Jr

Descanse em paz Chorão

Post atualizado em: 06/03/2017

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Antes do Flamengo Zico brilhou com a camisa 10 do Santos FC

Zico 60 Anos - Blog DNA Santastico

Antes de tornar-se ídolo com a camisa 10 do Flamengo, Zico balançou muito as redes com a camisa 10 do Santos Futebol Clube.

Ainda criança, Zico, o Galinho de Quintino, jogava um torneio de futsal no clube River, no bairro da Piedade, e defendia as cores do glorioso Alvinegro Praiano. Com o número do Rei Pelé nas costas, chamou a atenção do jornalista Celso Garcia, responsável por sua ida para o Rubro-Negro.

“Eu era vizinho dele em Quintino e sabia que jogava todo domingo no River. Já conhecia o Zico e a família. Um dia, fui vê-lo no clube. Era um campeonato interno, e os meninos eram divididos em times do Brasil. O Zico era o camisa 10 do Santos. No jogo que eu vi, marcou 12 gols – lembrou Celso Garcia.”

Celso conta que saiu do River direto para casa de Zico e pediu autorização ao Sr. José Antunes Coimbra, pai do Galinho, para levá-lo ao Flamengo. O jornalista ficou muito amigo da família, manteve amizade com Zico e inclusive foi seu padrinho de casamento com Sandra.

Essa história do Zico usando a camisa 10 do Santos Futebol Clube pode ser conferida no DVD Zico, o filme da vida do ídolo. Abaixo segue a capa do DVD e um trecho do filme contendo a história supracitada:

Zico - DVD - Blog DNA Santastico

Capa do DVD

Veja no vídeo o “Zico” com a camisa 10 do Santos FC (à partir de 1:45):

Zico no Santos…

Segundo o amigo jornalista e escritor Odir Cunha, em 1974 quando Pelé parou e Carlos Alberto Torres queria muito sair do Santos e voltar para o Rio de Janeiro, o presidente do Flamengo chegou a propor ao Santos uma troca de Carlos Alberto, um ídolo no Rio, por um garoto promissor da Gávea. O presidente do Alvinegro Praiano, Modesto Roma, nem quis ouvir o resto da história.

Trocar o capitão do Tri por um garoto franzino apenas “promissor”? Ora, que o cartola rubro-negro fosse cantar em outra freguesia. Pois assim, sem mais, o Santos deixou de ter o melhor herdeiro para a camisa 10 de Pelé e prosseguir, por mais uma década, com o rosário de vitórias e títulos que desfiava desde 1955.

“Tudo bem. Depois vieram Diego, Robinho, Neymar… e a vida seguiu, sorrindo novamente para os lados da Vila Belmiro. Mas que Zico ficaria muito bem com a 10 da Vila, ah, como ficaria… E ele se sentiria honrado se isso acontecesse, como me confidenciou em uma tarde de treino da Seleção lá na Toca da Raposa. – contou Odir Cunha.”

Logotipo Futebol Mental - Blog DNA Santastico

Zico será um dos convidados especiais do 1º Congresso Mundial Online de Futebol Mental que acontecerá no período de 20 a 26/03/2017, clique na imagem para saber mais…

#ÍDOLO

Apesar de Zico de fato nunca ter jogado no Santos Futebol Clube, ele foi um grande ídolo durante minha infância, não me importava se ele estava vestindo a camisa do Flamengo ou da Seleção Brasileira, ao assistir os jogos eu ficava encantado com o talento e a genialidade do Galinho de Quintino, um verdadeiro representante do futebol arte que outrora o Santos Futebol Clube tanto havia praticado com Pelé & cia.

Ídolo Zico e Edmar Junior

Ídolo Zico e Edmar Junior

Em 2013 o Flamengo inaugurou uma estátua do ex-camisa 10 na sede do clube. Cantando o hino rubro-negro, o Galinho, acompanhado da família, tirou a bandeira que cobria o monumento junto com o presidente Eduardo Bandeira de Mello, levando a torcida presente na Gávea à loucura.

Zico - Estatua - Blog DNA Santastico

Crédito fotos: André Durão e Richard Souza

“É uma alegria, dia inesquecível na minha vida. Tudo isso que aconteceu hoje, poder ter a oportunidade de estar junto com minha família, é uma dádiva de Deus. Quero agradecer ao Flamengo e aos torcedores por tudo que recebo hoje – disse Zico, na entrevista coletiva concedida após a inauguração.”

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O ANJO DAS PERNAS TORTAS

Ele nunca jogou no Santos Futebol Clube, mas hoje  o Blog DNA Santástico abrirá uma exceção para homenagear um grande ídolo do futebol.

À sua maneira, genial como Pelé, ousado e alegre como Neymar!

Manoel dos Santos, o eterno Garrincha, melhor ponta-direita que o mundo já viu, nasceu em Pau Grande, Distrito de Magé, no Rio de Janeiro, no dia 28 de outubro de 1933. O apelido era o nome de um passarinho, que quando garoto o ponta gostava de caçar.

Garrincha começou sua carreira no Botafogo-RJ em 1953, já nos primeiros treinos ousou driblar o mitológico Nilton Santos de tudo que era jeito com suas pernas tortas.

Garrincha

Garrincha

Era uma nova história nascendo. Em mais de uma década com a camisa alvinegra, Garrincha, também chamado de Anjo das Pernas Tortas, se tornou eterno. Ganhou três vezes o Campeonato Carioca e venceu duas edições do Roberto Gomes Pedrosa, além de um Rio-São Paulo.

Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas.

Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas.

Garrincha

Garrincha

Na década de 60, o Botafogo de Garrincha e o Santos de Pelé protagonizaram grandes duelos.

Garrincha e Pelé

Garrincha e Pelé

O Santos de Pelé e o Botafogo de Garrincha protagonizaram grandes jogos nos anos 60.

Pelé e Garrincha concedendo entrevistas

Garrincha e Pelé

Garrincha e Pelé

O desempenho arrasador pelo Botafogo foi o caminho para a Seleção.

Já na primeira Copa, veio o primeiro título. Mané Garrincha deixou os suecos boquiabertos com seus dribles. Não fez gols, mas foi decisivo. Na final, deu dois passes para Vavá virar sobre a Suécia e encaminhar a goleada de 5 a 2. Era a consolidação do mito. Mas a relação dele com a Seleção se tornaria ainda mais forte na Copa seguinte.

Seleção Brasileira de 1958

Seleção Brasileira de 1958

Veio 1962, veio a Copa do Mundo do Chile, veio a consagração de Garrincha. Com Pelé lesionado logo na largada do Mundial, Mané assumiu o papel de craque da equipe. Fez quatro gols: dois nas quartas de final, diante da Inglaterra, e outros dois nas semifinais, contra o país-sede. Foi expulso, mas jogou a final mesmo assim. Com 39 graus de febre, carregou o Brasil à vitória de 3 a 1 sobre a Tchecoslováquia e ao bicampeonato mundial.

Seleção Brasileira de 1962

Seleção Brasileira de 1962

Garrincha, o grande herói da Copa do Mundo de 1962

Garrincha, o grande herói da Copa do Mundo de 1962

Depois do Botafogo, já com sérios problemas no joelho, Garrincha ainda defendeu o Corinthians (1966), a Portuguesa Carioca (1967), o Atlético Júnior, da Colômbia (1968), o Flamengo (1968), o Olaria (1972) e o Milionários (time de jogadores veteranos que se apresentava em todos os cantos do Brasil), entre 1974 e 1982.

Genial com a bola nos pés, o anjo de pernas tortas, foi castigado pela vida boêmia após deixar os gramados.

Hoje faz 30 anos que Garrincha nos deixou, ele morreu no Rio de Janeiro em 20 de janeiro de 1983, vitimado por consequências da cirrose. Morreu sozinho, em uma clínica especializada em distúrbios mentais. Foi velado no Maracanã.

Rei Pelé lendo biografia de Garrincha e relembrando do saudoso anjo das pernas tortas.

Rei Pelé lendo biografia de Garrincha e relembrando do saudoso anjo das pernas tortas.

Obrigado Mané Garrincha, anjo das pernas tortas, por tudo que você fez pelo futebol, que Deus o tenha!

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Edmar Junior

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