Arquivo da categoria: Literatura Santástica

Lançamento em São Paulo do Livro: 2002 – De Meninos a Heróis

A Realejo Editora convida para o lançamento do livro “2002 – De meninos a heróis” no São Cristovão Bar, em São Paulo, o evento contará com presença do autor Paulo Rogério, da equipe de editores da Realejo e de alguns ex-jogadores da equipe do Santos Futebol Clube.

O livro foi recentemente viabilizado em sistema de financiamento coletivo (crowdfunding) por torcedores do Santos Futebol Clube através do Catarse

2002 - De meninos a herois - Blog DNA Santastico
2002 – De meninos a heróis trata da retomada dos tempos de glória do Santos Futebol Clube. Um clube esquecido pela grande mídia depois de quase dezoito anos sem conquistas relevantes, montado a partir de um trabalho feito nas categorias de base e da falta de condições financeiras. Um treinador que tentava reerguer a carreira após sua demissão da Seleção Brasileira. Uma torcida sem qualquer autoestima. Por fim, a consagração de uma geração que ficaria conhecida como a segunda edição dos Meninos da Vila e o início de uma nova era.

Serviço:
Data: 23/04/2014
Horário: 19:00 hs
Local: São Cristovão Bar e Restaurante
Endereço: Rua Aspicuelta, 533 – Vila Madalena – São PauloSP
Telefone: (11) 3097-9904

Sao Cristovao  Bar - Blog DNA Santastico

Referência da Vila Madalena, o São Cristovão já foi eleito o melhor boteco da cidade pelo júri de “Comer & Beber” e se mantém fiel à boa fama. Tem o salão repleto de fotos, escudos, fâmulas, caricaturas do mundo futebolístico e é fonte de inspiração para concorrentes cidade afora.

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
– Sócio do Santos FC desde 08/2006.
Diretor Social na Associação Movimento Resgate Santista.
– Membro da ASSOPHIS (Assoc. dos Pesq. e Historiadores do Santos)
Membro da Confraria do Futebol Paulista/Por um Futebol Melhor
– Membro do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol)
Colecionador de livros sobre o Santos FC e seus ídolos.
Campeão do Quiz do Torcedor no Navio do Centenário.
Mantenedor do Blog DNA Santástico.
Mantenedor do Blog Miscelânea Santista.

 

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AS JOIAS DO REI PELÉ

As Joias do Rei Pele - Blog DNA Santastico

Nenhum atleta no mundo tem uma coleção de troféus, medalhas e objetos históricos tão rica como a de Pelé. Guardado a sete chaves pelo ex-jogador em uma de suas casas no litoral paulista, o acervo pessoal do atleta do século XX deverá ser exibido no futuro museu dedicado do Rei, em Santos (a abertura é esperada para 2014). Quem não quiser esperar a inauguração do templo dedicado às façanhas do maior jogador de todos os tempos pode conhecer as peças mais raras e importantes no livro As Joias do Rei Pelé (Realejo Livros, 184 págs, R$ 179,90), do jornalista e escritor paulistano Celso de Campos Jr. Autor de bem-sucedidas biografias de Adoniran Barbosa e do ex-goleiro Marcos, ele conversou com o Rei sobre algumas das peças mais marcantes da coleção – como o radinho de pilha do pai de Pelé, uma bola de meia usada nas primeiras peladas de rua e o passaporte tirado às pressas para que ele pudesse viajar à Suécia para disputar a Copa de 1958.

As Joias do Rei Pele - 01 - Blog DNA Santastico

A obra, que chegou às livrarias no fim de 2013, une os depoimentos de Pelé sobre o acervo a belíssimas imagens dos objetos descritos por ele. “De todos os livros que eu tenho, e são vários os que já foram escritos sobre o Pelé, este, mostrando algumas das peças que eu tive oportunidade de ganhar, talvez seja o mais especial, pelo resgate histórico de coisas que talvez as pessoas não tenham conhecimento, mas que são muito importantes em minha vida”, diz Pelé. “São peças como a caixa de engraxate com que eu ganhei meu primeiro dinheirinho em Bauru, uma moeda de 400 réis,  ela para mim tem tanto valor quanto a taça Jules Rimet. Ou a minha massagista elétrica, que ajudou muito na minha parte física, num tempo em que a tecnologia tão era tão avançada assim”, conta o ex-jogador, emocionado com as memórias que seus tesouros despertam. “Fiquei muito feliz com a ideia desse livro, e também com a edição, que ficou maravilhosa. É mais uma joia que recebo. Nem sei se mereço tanto”, completa o mais humilde dos reis.

Abaixo alguns dos objetos do acervo pessoal de Pelé que estão reunidos no livro ‘As Joias do Rei Pelé’ de Celso de Campos Jr:

Chuteiras usadas na Copa de 1970; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Chuteiras usadas na Copa de 1970 – Leo Feltran/Divulgação

A caixa de engraxate usada na infância; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

A caixa de engraxate usada na infância – Leo Feltran/Divulgação

Coroa entregue ao ex-craque; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Coroa entregue ao ex-jogador – Leo Feltran/Divulgação

Rádio do pai do ex-jogador, Dondinho, que ouviu a final da Copa de 1950 no aparelho; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Rádio do pai Dondinho, que ouviu a final da Copa de 1950 no aparelho – Leo Feltran/Divulgação

Bola de meia das peladas de infância; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Bola de meia das peladas de infância – Leo Feltran/Divulgação

Medalha por conquista da Copa do Mundo; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Medalha por conquista da Copa do Mundo – Leo Feltran/Divulgação

Primeiro passaporte, tirado para ir à Copa de 1958; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Primeiro passaporte, tirado para ir à Copa de 1958 – Leo Feltran/Divulgação

Coroa e cetro entregues ao ex-craque; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Coroa e cetro entregues ao ex-jogador – Leo Feltran/Divulgação

Réplica da taça Jules Rimet; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Réplica da taça Jules Rimet – Leo Feltran/Divulgação

A bola do milésimo gol; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

A bola do milésimo gol – Leo Feltran/Divulgação

O chapéu de guarda britânico usado na capa da revista 'Realidade'; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

O chapéu de guarda britânico usado na capa da revista ‘Realidade’ – Leo Feltran/Divulgação

Estátua de cera; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Estátua de cera – Leo Feltran/Divulgação

Camisa do Cosmos; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Camisa do Cosmos – Leo Feltran/Divulgação

Credencial de atleta na Copa do Mundo; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Credencial de atleta na Copa do Mundo – Leo Feltran/Divulgação

Medalha entregue pela rainha Elizabeth II; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Medalha entregue pela rainha Elizabeth II – Leo Feltran/Divulgação

Carteira de atleta do Santos; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Carteira de Sócio do Santos – Leo Feltran/Divulgação

Faixa de campeão do mundo; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Faixa de campeão do mundo – Leo Feltran/Divulgação

Anel de campeão da liga americana; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Anel de campeão da liga americana – Leo Feltran/Divulgação

Livros publicados em diversos idiomas; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Livros publicados em diversos idiomas – Leo Feltran/Divulgação

Prêmio de jogador do século XX entregue pela Fifa; objetos do acervo pessoal de Pelé estão reunidos no livro 'As joias do rei', de Celso de Campos Jr. - Leo Feltran/Divulgação

Prêmio de jogador do século XX entregue pela Fifa – Leo Feltran/Divulgação

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
– Sócio do Santos FC desde 08/2006.
Diretor Social na Associação Movimento Resgate Santista.
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ÚNICO JOGO DE PELÉ EM FLORIANÓPOLIS VIRA TEMA DE LIVRO E SERÁ LANÇADO NESTE MÊS

No dia 15 de agosto de 1972 a cidade de Florianópolis parou. Naquela oportunidade, a capital catarinense só tinha olhos para uma pessoa. E não era uma pessoa qualquer. Tratava-se do Rei do Futebol, Pelé.

Um Jogo Inesquecivel - Pele - Blog DNA Santastico

O eterno camisa 10 do Santos fez mais de 1.300 jogos na brilhante carreira, mas apenas um deles foi em Florianópolis. O Peixe venceu o Avaí por 2 a 1 no estádio no Adolpho Konder naquele dia 15 de agosto de 1972. Pelé não marcou gol e viu o seu companheiro Alcindo brilhar ao anotar os dois tentos do clube praiano. Lica fez o gol do time azurra.

Essa partida histórica de Pelé na capital catarinense vai virar livro e será lançado no próximo dia 25 de novembro no hotel Majestic, em Florianópolis, às 20h. O nome da obra é Um jogo inesquecível e foi escrita pelo jornalista Polidoro Júnior. Será o segundo livro lançado pelo autor, que no ano passado redigiu Futebol, o jogo da memória: um estádio no coração da cidade, que contou a história do Adolpho Konder.

2013 - UM JOGO INESQUECIVEL

Perto de lançar o seu segundo livro, Polidoro Júnior ressalta a importância da obra para cultivar a história do futebol catarinense. “Eu estava presente naquele jogo e vivi aquela partida emocionante. Todos queriam ver, tocar e falar com o Pelé. Foi um dia que a cidade de Florianópolis jamais esqueceu e, por isso, resolvi escrever essa história. As próximas gerações terão disponível todo o cenário que envolveu aquela partida do dia 15 de agosto de 1972 e isso é importante para manter vivo o passado do futebol catarinense”, declarou o jornalista que desde 1979 trabalha na imprensa esportiva de Santa Catarina.

Evento: Lançamento do livro Um jogo inesquecível, escrito por Polidoro Júnior

Quando: 25 de novembro de 2013

Local: Hotel Majestic, em Florianópolis

Horário: 20h

Saiba mais sobre o autor:

Polidoro Júnior é natural de Florianópolis (22 de outubro de 1964) e iniciou a sua carreira esportiva em 1979, em A Hora do Despertador, com seu pai, Dakir Polidoro.

Foi integrante das equipes esportivas que fundaram as rádios Guararema e CBN.

Polidoro Júnior - Blog DNA Santastico

Durante longos anos, foi repórter, setorista, e apresentador na rádio Guarujá. Atualmente é comentarista esportivo nos programas jornalísticos do Grupo RIC e apresentador do Clube da Bola, além de colunista do Notícias do Dia. Ao longo da carreira, Polidoro editou revistas e jornais de Figueirense e Avaí. Esteve também em 17 edições dos Jogos Abertos de Santa Catarina.

Em outubro de 2012, lançou o livro que conta a história do estádio Adolpho Konder.

Foi agraciado em setembro de 2013 com o Prêmio Elisabete Anderle, categoria Letras, sobre o seu próximo projeto, UM JOGO INESQUECÍVEL, livro que vai contar detalhes do único jogo do Rei Pelé em Florianópolis, dia 15 de agosto de 1972, diante do Avaí, no Adolpho Konder.

Seu site, o www.polidorojunior.com.br, lançado em agosto do corrente ano, é um dos mais acessados do futebol catarinense.

Mais informaçõeswww.umjogoinesquecivel.com.br

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

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REI PELÉ É O GRANDE HOMENAGEADO EM “1283”, COLLECTOR’S BOOK LANÇADO PELA TORIBA EDITORA

O livro conta, usando imagens históricas, a trajetória do maior mito do futebol mundial em uma edição única, limitada e autografada pelo próprio Pelé.

Em evento realizado na manhã desta quarta-feira (16/10) no MIS (Museu da Imagem e do Som), a Toriba Editora e o Rei Pelé anunciaram o lançamento da obra “1283”.

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À convite da Toriba Editora e da Ketchum Estratégia, o Blog DNA Santástico representado por seu mantenedor Edmar Junior esteve lá e acompanhou de perto este grande lançamento.

Edmar Junior durante o evento de lançamento do livro 1283.

Edmar Junior durante o evento de lançamento da obra 1283.

Trata-se de uma obra única, um collector’s book sobre a vida de Pelé, o maior ícone do futebol mundial, que deixou sua marca e seus belos gols na história do esporte. O livro é uma homenagem ao atleta do século e foi batizado com o mesmo número de gols que Pelé fez em toda a sua carreira. Com edição limitada de 1.283 cópias, a publicação é uma verdadeira obra de arte que conta em 500 páginas a trajetória de vida do maior mito dos gramados e traduz a personalidade marcante de Pelé. A publicação é uma verdadeira peça de colecionador. Cada unidade é numerada para garantir a sua exclusividade, além de contar com a assinatura de Pelé, que autografou pessoalmente cada uma das 1.283 cópias. 

1283 - Rei Pele - Blog DNA Santastico (1)

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Um livro único requer uma personalidade única. É assim que a Toriba Editora define esse lançamento. “1283” recebeu tratamento especial desde o momento em que a ideia inicial de criar uma obra desse tipo foi concebida. Durante dois anos, a equipe da editora, formada por profissionais especializados, realizou uma grande imersão na vida do Rei Pelé e reuniu imagens históricas e depoimentos exclusivos sobre o maior jogador brasileiro de todos os tempos. São fotos que exibem os momentos mais marcantes do Rei, desde o início da sua carreira até a sua consagração como o maior ídolo do futebol. Foram feitas inúmeras visitas a diversos bancos de imagens dos principais veículos de comunicação do País e do mundo.

Rei Pelé apresentando o livro para imprensa. Foto Nilton Fukuda/Estadão

Rei Pelé apresentando o livro para imprensa. Foto Nilton Fukuda/Estadão

Entre uma das maiores conquistas do livro, está a foto intitulada “O Coração do Rei”, feita pelo fotógrafo Luiz Paulo Machado, responsável por capturar uma das imagens mais marcantes do futebol. O olhar apurado do fotógrafo registrou o momento exato em que o suor do jogador forma o desenho de um coração no meio do peito. A foto foi tirada em 1971, no jogo de despedida de Pelé da seleção brasileira, contra a Iugoslávia. Pelé era o camisa 10 da seleção. A foto registra esse momento e é considerada uma das mais famosas no mundo do esporte. Luiz Paulo Machado, que estava afastado do mundo da fotografia, foi localizado pela equipe da Toriba Editora e assinou junto com Pelé 200 cópias da imagem histórica, que farão parte de edições King de “1283”.

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Foto Divulgação Toriba Editora

Destaques da obra são sua impressão e acabamento. A Toriba Editora contou com os melhores profissionais para a concretização desse projeto exclusivo. O livro foi impresso na Itália, na região de Veneto, berço das melhores gráficas e ateliês de legatoria do mundo. O papel escolhido para estampar as fotos do Rei Pelé é altamente sofisticado, ideal para esse tipo de obra de arte, e é fabricado apenas sob encomenda na Itália. Com acabamento artesanal, “1283” foi costurado manualmente por profissionais italianos, reconhecidos por essa tradição. O resultado é uma obra impactante, rica em detalhes e com imagens magistrais.

Lançamento

No evento de lançamento o Rei Pelé não segurou as lágrimas ao fim da exibição de um clipe contendo momentos de sua vida.

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Pelé emocionado. (Foto: Eliária Andrade / Agência O Globo)

“1283” poderá ser comprado nas principais livrarias do País e por meio de reserva direta no site da Toriba Editora. A edição clássica de cada livro, numerada e autografada pessoalmente por Pelé, custará R$ 3.600. O collector’s book também será lançado nos Estados Unidos, na Inglaterra e em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

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Foto Divulgação Toriba Editora

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LANÇAMENTO OFICIAL DO LIVRO SANTOS FUTEBOL CLUBE X O MUNDO

Release

Release

Convite - SFC x O MUNDO - Blog DNA Santastico

Pré-venda: http://livrosantosfutebolclubexomundo.webstorelw.com.br

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O “FIM” DO TABU

O magnífico texto, abaixo reproduzido, é de autoria de Humberto Mariano e foi originalmente publicado no Blog Futebol Arte, este mantido por Ricardo Roca, ambos são amigos e membros integrantes de um grupo, do qual também faço parte, que tem como missão promover a difusão da literatura e de outras formas de expressão cultural e artística do futebol e apoiar a preservação da memória do futebol.

Edmar Junior

O “fim” do tabu

Todo mundo sabe que o mais famoso tabu do futebol brasileiro acabou numa noite de quarta feira, dia 6 de março de 1968, com os gols de Paulo Borges e Flávio. Também sabem da comoção que tomou conta de São Paulo naquela noite e do inédito índice de absenteísmo no trabalho no dia seguinte. Algo em torno de 42,37% segundo pesquisa da FIPE, somente superado pelos 46,57% do dia 14 de Outubro de 1977. No sábado seguinte a romaria para Aparecida do Norte congestionou por dezesseis horas a Via Dutra e fez com que a Arquidiocese local iniciasse o projeto para a construção da nova basílica, temendo uma catástrofe no caso de eles ganharem um título, qualquer que fosse. Graças a Deus, e a intercessão de Nossa Senhora, os nove anos que transcorreram entre um fato e outro foram suficientes para projetar e construir a obra.

O que pouca gente, quase ninguém, sabe é que um grupo de oito “privilegiados” corintianos viveu a mesma emoção quinze meses antes, mais precisamente na noite do dia 17 de Dezembro de 1966. Noite chuvosa de sábado, rodada final do Campeonato Paulista, os dois times sem chances de título, mas os corintianos estavam confiantes que o tabu acabaria naquela noite. Dos 15.422 pagantes, apenas oito eram torcedores do Santos, parentes de Clodoaldo que tinham vindo de Sergipe para vê-lo ficar no banco do Santos, o maior feito já atingido por um jogador sergipano até aquela data.

Mas o que mais dava confiança aos corintianos era que Ele não jogaria. No pior ano de sua carreira estivera contundido na maior parte do ano, perdera a artilharia do campeonato para seu companheiro Toninho Guerreiro, perdera a Copa do Mundo, a Taça Brasil, enfim um ano para esquecer. Do lado corintiano, também pesava a expectativa pela presença de Garrincha; finalmente na quinta feira ele tinha voltado do Rio de Janeiro depois de vinte dias em “tratamento”. Nesse período, segundo ele, não conseguiu comunicar-se com a diretoria e o técnico porque não sabia o número do telefone do clube. Foi perdoado, mas faltou no coletivo da sexta e por isso não foi relacionado. Zezé Moreira foi de Bataglia mesmo.

E para completar, o Santos estava em crise. O velho e bom Lula estava em processo de “fritura”. Aquele seria seu penúltimo jogo como técnico do alvinegro praiano depois de doze anos de títulos e glórias. Caiu atirando. Na preleção antes do coletivo, soltou os cachorros: time acomodado, velho, vivendo do passado, com jogadores que só pensavam em dinheiro e boêmia. Assim preferia sair, e acabou saindo mesmo na terça feira depois de vencer a Prudentina no último jogo do Campeonato. Este jogo tinha sido adiado do meio do campeonato para o Santos dar um pulinho em New York, golear o Benfica por 4 a 0 e recolocar Eusébio no seu devido lugar de melhor jogador ….da Europa, é claro. No quarto gol, o juiz não se aguentou e foi abraçá-Lo. Em seguida, os americanos invadiram o gramado e acabaram com o jogo. Ainda faltavam 24 minutos, mas eles já tinham se dado por satisfeitos.

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Voltemos ao Pacaembu e ao jogo que acabaria com o tabu. A última vez que o Corinthians vencera o Santos em jogos do Campeonato Paulista foi em Julho de 1957, o segundo jogo d’Ele em campeonatos paulistas. Até ali já se tinham passado quase dez anos, dezenove jogos com quatorze vitórias do Peixe, sessenta e dois gols, média superior a três por partida. Um castigo interminável e doloroso. Não havia corintiano que não abaixasse a cabeça ao cruzar com um santista. Dava pena ver aqueles rostos amargurados, derrotados na véspera, humilhados, embora não resignados. Teimavam em acreditar que um dia aquilo ia ter fim.

Quando Armando Marques trilou o apito e Fiori abriu as cortinas, a Fiel começou a empurrar o time. Recheado de craques do quilate de Gilson Porto, Clóvis, Ditão. Jair Marinho, Tales e Bataglia, contudo, a grande esperança mosqueteira era Roberto Rivelino, um jovem palmeirense que faria história no Parque São Jorge e na seleção brasileira. O Santos se virava como podia. Sem Ele, sem Carlos Alberto, Mengálvio, Coutinho e Edu, restou ao grande Claudio a missão de manter a escrita. E enquanto pôde ele resistiu. Eram bombas de Rivelino, cabeçadas de Tales, trombadas de Flávio, o diabo. Até que aos 36 minutos do primeiro tempo, a casa caiu. Tales lançou Flávio, que sempre marcava quando errava o chute, errou e o Pacaembu explodiu.

Com a velha categoria, o Santos cozinhou o galo até o intervalo e garantiu o um a zero, o que naquela altura era um grande negócio. Voltou para o segundo tempo, equilibrou o jogo e quando faltavam quinze minutos para acabar Abel e Toninho fizeram a jogada que permitiu a Zito empatar o jogo. Nas arquibancadas, a decepção de sempre. “Puxa vida, logo hoje que o Negão não veio”; “Agora nunca mais”; “ Na próxima, eles vão ver” e, pior de tudo, os falsamente resignados: “ Sem Ele também, não vale a pena ganhar”.

Armando - Blog DNA Santastico

Aos quarenta começou a debandada. Ficaram apenas uns cinco mil corintianos, entre eles a velha Elisa, e os oito parentes do Corró. Aos quarenta e dois, Rivelino lança Tales que, célere, invade a área. Com a classe e a categoria de sempre, o nosso bom reserva Modesto antecipa e desarma, com extrema facilidade, o moço de São Manuel, nas palavras do grande Fiori. Para este, restou a alternativa de jogar-se ao chão. Era só o que Armando Marques esperava para armar mais uma de suas presepadas. Vontade de aparecer; queria ter a honra de ser o juiz da quebra do tabu; eternizar-se nos corações e mentes dos atormentados corintianos. Empinou o bumbum, saltitou até a grande área, esticou o braço, abaixou-se em direção ao gramado, olhou de soslaio para a arquibancada e trilou o apito. Marca do cal. É pênalti,

Naquele tempo jogador não chamava juiz de professor. Muito menos um craque como Mauro Ramos de Oliveira. Foi até Armandinho, enfiou-lhe o dedo na cara e perguntou: “Quer apanhar de novo, seu…………..”? O pulha recuou, chamou uns guardas e manteve a decisão. Nessa altura as arquibancadas estavam enlouquecidas. Quem estava na praça voltou para dentro do estádio. Com os torcedores que voltavam, entraram os ambulantes, os flanelinhas, os policiais de fora do estádio, o pessoal dos ônibus que passavam, os enfermeiros e residentes do HC descendo em desabalada carreira, dois velhinhos em macas carregadas por parentes, as meninas que faziam ponto na calçada da FAAP, uma multidão. Enquanto a polícia continha os jogadores dos Santos, Zezé Moreira reuniu o grupo e fez uma oração, manobra orquestrada por Wadih Helou para dar tempo do Prefeito Faria Lima, notório corintiano, vir de helicóptero de sua casa em Pinheiros até o Pacaembu. Cinco minutos já tinham passado desde a marcação do penalti e o Pacaembu já contava com 42 mil pessoas, entre eles, os oito aterrorizados sergipanos.

Corte para São Miguel Paulista, Vila Nitro Operária, esquina da Avenida São Paulo Rio com Rua Ribeiro dos Santos, Padaria e Panificadora Vasco da Gama, 23 horas e quinze minutos do sábado, 17 de Dezembro de 1966. Oito eufóricos corintianos, colados ao rádio da padaria, aguardam a batida do pênalti. Fiori anuncia que Nair vai bater, Cláudio no centro do gol, ânimos serenados, chegou a hora. Fim de um sofrimento de dez anos, o resgate da dignidade, a alegria incontida, o coração aos pulos, eram como presos que, finalmente, tivessem direito a luz do sol e á liberdade depois de anos de cativeiro. Pediram, então, mais uma rodada de cerveja para os brindes. Trocaram os copos, exigiram taças, tripudiaram em cima do português que os atendia.

SaoMiguel - Blog DNA Santastico

Fiori dá uma pausa, respira, pigarreia e anuncia: “Autoriza, Armando Marques. Nair corre e….(silêncio). Acaba a luz na Vila Nitro Operária. O rádio silencia, os corintianos endoidam, o português teme pelas consequências e o breu impera dentro e fora da padaria. Nenhuma vivalma na rua, nenhum radinho de pilha disponível, nada que pudesse acalmar aqueles corações. Passam-se os minutos, cinco, dez, quinze, a luz não volta. Eles não tem intenção de ir para casa. Esperam apenas uma confirmação para começar a festa que deveria varar a madrugada. Pedem mais cerveja, comemoram antecipadamente, outros extasiam-se imaginando assistir o vídeo tape da Tupi, que começa por volta da meia noite. Um exagerou: “ esse timinho acabou, fiquei sabendo que o Barcelona vai comprar o Negão”. Outro gritou “ esse ano é nosso”. Não há nenhuma dúvida entre eles. O sol da liberdade em raios fúlgidos, enfim, raiou.

Bigode-300x200 - Blog DNA Santastico

Passam-se trinta minutos e, finalmente, um ônibus vindo do lado da cidade, para no ponto em frente à padaria. Desce um baixinho, andando devagar, radinho de pilha na mão, mais ou menos uns trinta anos, bigodinho. Alívio geral. Velho conhecido de todos, amigo da maioria, cunhado de um dos corintianos presentes, fanático por futebol, palmeirense até o último fio dos cabelos, mas, sobre e acima de tudo, um anticorintiano como nunca se viu igual. Inventava e espalhava as mais infames e divertidas gozações sobre o sofrimento corintiano desde 1954 e desde o tabu. Jamais pronunciava o nome Corinthians. Substituía por todo e qualquer termo depreciativo, que suas prodigiosas inteligência e memória criavam a cada momento. Não se sabe porque ainda sobrevivia. O natural, franzino como era, é que já tivesse morrido espancado pela imensidão de corintianos que tanto ele atormentava. Talvez fosse o cunhado corintiano, grandalhão de corpo, alma e coração, que lhe garantisse a integridade física, ou talvez, sua infindável simpatia. Não dava para ficar com raiva dele mais de cinco minutos, tamanha simpatia e admiração que sua inteligência despertava nos outros.

Pois bem. Ao vê-lo de longe, os corintianos exultaram. Andando devagar, rádio desligado, acabrunhado, entrou na padaria, não falou com ninguém, sentou e pediu uma cerveja. Os corintianos nem se deram ao trabalho de ir falar com ele; haveria tempo para a desforra. Se ele estava daquele jeito era a prova insofismável de que o Corinthians havia ganhado. Primeiro, a marcação do pênalti aos 42 do segundo tempo, depois essa entrada melancólica, só restava comemorar. “Portuga, mais cerveja, abaixa essas portas, a festa é nossa”.

Mais quinze minutos, o baixinho, vendo a festa, sai de seu canto, vai até os corintianos, dá a mão e os parabéns a cada um deles. Comovido, abraça o cunhado, dá-lhe palmadas nas costas e diz: “vocês mereceram, jogaram melhor, gol legítimo, arbitragem perfeita; paciência, o tabu acabou”. O cunhado enxugou umas lágrimas, retribuiu o abraço, deu uma fungada e pediu humildemente: “Du, posso ver o tape na sua casa”? “Claro, vai ser um prazer, chama a moçada toda, só levem as cervejas e alguns tira-gostos. A minha casa é de vocês, ainda mais num dia de festa como hoje. Eu sei perder, Durão”.

E foram todos para a casa dele. Uma algazarra incrível nos dois quarteirões que separavam a casa da padaria. De uma das casas ouviu se um grito: “santistas de m………., vão se lascar”. Vibraram ainda mais. Devia ser mais um corintiano zoando os santistas. Chegaram, abriram as cervejas, fatiaram a mortadela, o queijo, arrumaram as azeitonas no prato e esperaram. Meia noite, no canal 4 entram Walter Abrahão, Mario Moraes e Ary Silva. Do campo, Ely Coimbra escalou o Santos: Cláudio, Modesto, Mauro, Orlando e Geraldino; Joel Camargo e Zito; Dorval, Lima, Toninho e Abel. Como de hábito, Mário Moraes lamentou a ausência de Sua Excelência, o Senhor Edson Arantes do Nascimento. Do outro lado, Roberto Petri escalava o Corinthians: Marcial Jair Marinho, Ditão, Clóvis e Maciel; Nair e Rivelino; Bataglia, Tales, Flávio e Gilson Porto.

Breves comentários e começa o jogo. Oitenta e sete minutos de festa e alegria na sala. A exibição do Corinthians era notável, dominava completamente o Santos. O gol de Zito de empate foi recebido com risos e gozações. Era só uma questão de a fita rodar. Em quinze minutos tudo estaria acabado.

Quarenta e dois minutos, o pênalti. Todos em pé na sala, a Tupi mostra toda a confusão. Enquanto isso, eles enchem os copos e não percebem alguém saindo sorrateiramente da sala com uma mochila nas costas. Dão-se as mãos os corintianos quando Nair corre para a bola. Bate forte, rasteiro no canto esquerdo, Cláudio salta e encaixa firme a bola. Atônitos, eles não acreditam no que veem. “Mas ainda faltam três minutos, e os acréscimos, é claro que o gol aconteceu depois. O Du não ia estar triste assim à toa”. Ao ouvir este nome, o cunhado se deu conta do que tinha acontecido. Ficaram cinco anos sem se falar.

Humberto Mariano é um ex-pensador brasileiro que, a exemplo de Roberto Carlos, parou de produzir e de pensar no final dos anos 70. De lá pra cá, ganha a vida como economista e burocrata de terceiro escalão, além de frequentar botecos de quinta, as sextas feiras.

O Blog DNA Santástico, na figura de seu mantenedor Edmar Junior, agradece aos amigos Humberto Mariano e Ricardo Roca pela colaboração e autorização deste post.

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2013 - Almanaque SFC

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
– Sócio do Santos FC desde 08/2006.
Diretor Social na Associação Movimento Resgate Santista.
Colecionador de livros sobre o Santos FC e seus ídolos.
Campeão do Quiz do Torcedor no Navio do Centenário.
Mantenedor do Blog DNA Santástico.
Mantenedor do Blog Miscelânea Santista.

 

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FRIEDENREICH A SAGA DE UM CRAQUE NOS PRIMEIROS TEMPOS DO FUTEBOL

Pouco se fala disso, mas o mitológico Arthur Friedenreich, o maior jogador brasileiro da história do amadorismo, vestiu a camisa do Santos. Em 1935, numa excursão ao Rio Grande Sul, ele fez um gol de pênalti contra o Grêmio, do goleiro Eurico Lara. Detalhe: nessa época, “El Tigre”, como era conhecido, estava com 42 anos.

Fonte: Dicionário Santista | José Roberto Torero | Ediouro | 2005

Time do Santos em 1935 com ilustre presença de Arthur Friedenreich (o segundo em pé da esquerda para direita).

Aqueles que desejam saber mais sobre este grande ídolo do futebol brasileiro terão oportunidade de prestigiar evento de lançamento e adquirir o livro FRIEDENREICH A SAGA DE UM CRAQUE NOS PRIMEIROS TEMPOS DO FUTEBOL.

Capa do livro

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Principais características:
Autor: LUIZ CARLOS DUARTE
Editora: CASA MAIOR
256 páginas
R$29,90

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Compareça ao evento! Prestigie o lançamento de mais esta obra sobre o mito Arthur Friedenreich, este que um dia nos deu a honra de sua presença e também teve a honra de vestir o manto sagrado da Vila.

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
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