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Clipe do samba-enredo da Grande Rio homenageando Santos no Carnaval 2016

Carnaval 2016 - Blog DNA Santastico

“Para beber da famosa fonte chegavam imigrantes de todos os cantos do mundo. Surgia, então, um novo ambiente pelos trilhos dos bondes da nova cidade, que passou a tomar gosto pelo aroma “_do café_”, favorecendo a “_bolsa_” do comércio local rodar o mundo.

Santos desponta como uma cidade dedicada à prática de esportes e lazer, por esses e outros motivos, tornou-se expoente nacional de qualidade de vida. Seus mares propícios ao surf e ao remo e seus campos “férteis” onde surgiu o “Glorioso Alvinegro”, gerando um celeiro de craques. Astros da bola que alimentaram a maior paixão nacional, o nosso futebol-arte. Despontou, a partir do sucesso nos gramados, o “peixe”, o supercampeão Santos F.C.

E quem diria que essas águas um rei batizaria? Quem antes se curvava para lustrar sapatos, hoje tem o mundo curvado aos seus pés. Coroado até pela Rainha como Sir-Cavalheiro, este é o Rei Pelé, Atleta do Século que, como todo rei, deixa legados e herdeiros como os príncipes Neymar e Robinho.

Por fim, as águas do Itororó lavam a alma do povo santista, que de seus encantadores pontos turísticos, recebe feliz e satisfeito quem em seu novo porto desembarca de todas as partes do mundo, para conhecer a cidade pela qual me apaixonei…”

Grande Rio 2016 - Blog DNA Santastico

No Carnaval de 2016 o G.R.E.S Acadêmico do Grande Rio homenageará Santos, confira abaixo clipe do samba-enredo:

Enredo: “FUI NO ITORORÓ BEBER ÁGUA, NÃO ACHEI. MAS ACHEI A BELA SANTOS, E POR ELA ME APAIXONEI…”

Autores: Márcio das Camisas, Mariano Araújo, Competência, Kaká e Dinho Intérprete: Emerson Dias

O Blog DNA Santástico deseja para
nação santista um excelente Carnaval!!!

Sabrina Torres - Carnaval - Blog DNA Santástico

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

Edmar Junior

Torcedor do Santos FC por hereditariedade.
– Sócio do Santos FC desde 08/2006.
– Ex-Diretor Social da Associação Movimento Resgate Santista.
– Membro da ASSOPHIS (Assoc. dos Pesq. e Historiadores do SFC)
Membro da Confraria do Futebol Paulista/Por um Futebol Melhor
– Membro do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol)
Colecionador de livros sobre o Santos FC e seus ídolos.
Campeão do Quiz do Torcedor no Navio do Centenário.
Mantenedor do Blog DNA Santástico.

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DESFILE DA TORCIDA JOVEM DO SANTOS | CARNAVAL 2013

TJS Carnaval - Blog DNA Santastico

A Torcida Jovem do Santos desfilou no sambódromo do Anhembi, em São Paulo, no vídeo abaixo segue uma síntese de como foi esta linda participação no Carnaval 2013:

OUÇA O SAMBA ENREDO:

TJS - CARNAVAL 2013 - BLOG DNA Santástico

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Edmar Junior

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Uma trilha sonora SANTÁSTICA para nação santista curtir enquanto navega:

SoundCloudSFC - Blog DNA Santastico

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Salu da Bandinha

No decorrer de sua história, o Santos FC, já teve inúmeros torcedores fanáticos, e um dos mais conhecidos foi Salustiano da Costa Lima Júnior (*23/10/1909 | +25/07/1971), ou simplesmente o Salu da Bandinha.

Salu

Salu

Ele foi uma figura muito querida e respeitada no seio da coletividade alvinegra. Associou-se ao Peixe no dia 06 de julho de 1928 e a ele toda sua vida dedicou. Sua mãe, Dona Maria, e todos os seus irmãos eram também apaixonados pelo time da Vila Belmiro. Sua irmã, de nome Araci Lima, foi uma excelente cantora.

Salu no meio da torcida do Peixe com sua boina de almirante

Salu no meio da torcida do Peixe com sua boina de almirante

Salu irradiava e transmitia alegria, costumava passar a maior parte do tempo cantando e contagiando a todos pela maneira feliz como se portava no dia-a-dia. Trabalhou durante muitos anos na famosa Casa Rosário, uma conceituada agência funerária da Cidade. Salu nasceu em Santos, no dia 23 de outubro de 1908, por coincidência o mesmo dia e mês do Rei Pelé, a quem ele ajudou e muito orientou quando de sua chegada ao clube praiano.

Foi um dos grandes colaboradores do Bloco da Bola Alvinegra, quando o grupo carnavalesco ocupava a sede do Santos, na Rua Itororó, 27.

Salu com Athie Jorge Coury e Modesto Roma

Salu com Athie Jorge Coury e Modesto Roma

Salu marcou sua presença na história do Peixe quando comandava a famosa bandinha em jogos no Estádio Urbano Caldeira, incentivando o time santista. Era comum vê-lo atravessar as ruas do centro, tocando um bumbo velho, anunciando a vitória do seu Santos querido. A caminhada começava no Café Paulista, passava defronte a sede A Tribuna e terminava a farra no Café do Oeste, completamente rouco de tanto gritar o nome do seu time do coração.

Salu entre Gilmar e Pepe

Salu entre Gilmar e Pepe

Como jogador foi apenas razoável, mas como técnico ganhou o primeiro campeonato juvenil do Estado, no ano de 1936. Contam os antigos Alvinegros que quando ele colaborava com o clube, como massagista ou roupeiro em dias de treinamentos na Vila, deixava o carro funerário estacionado na porta do estádio e dentro do carro, às vezes tinha o corpo de algum pobre coitado, que lá ficava horas e horas à espera do final do treino. Só depois é que o esquecido Salu ia tomar as devidas providências.

Salu (último em pé à direita) e o time do Santos FC de 1943

Salu (último em pé à direita) e
o time do Santos FC de 1943

Sua passagem pelo Santos é até hoje lembrada com carinho pelos vários amigos que no Peixe deixou. Quando de seu falecimento o cortejo funerário percorreu as ruas do bairro da Vila Belmiro e deu uma volta em torno do Estádio Urbano Caldeira, privilégio esse concedido aos que em vida tiveram uma relação forte e afetiva com o glorioso Santos Futebol Clube.

Fontes:

– Coluna Passado de Glórias do amigo Guilherme Gomez Guarche (Pesquisar e Historiador do Santos Futebol Clube) originalmente publicada no site do Santos.

Edmar Junior e Guilherme Guarche

Edmar Junior e Guilherme Guarche

– Almanaque Esportivo de Santos.

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Edmar Junior - Blog DNA Santastico

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Bloco da Bola Alvinegra

“Aquele time do Santos parecia um bando de papagaios. Falava mais que  a preta do leite… Termo muito usado em Santos (dito popular). Tudo foi muito bom… Fora das quatros linhas então, nem se fala. À gente vivia cantando… Cantávamos no trem, no ônibus, no aeroporto, no avião e no vestiário também… Nos dias de treinos ou de jogos, não importava. O nosso negócio era jogar Futebol e cantar. Nas excursões, na maioria das vezes, eu levava o violão… Mas, instrumento de percussão, nunca faltou: Pandeiro, Tamborim, Tantã, Reco-reco e etc. Aí esta a razão de tantas glórias… Derrota? Isso era de vez enquanto chorávamos pouco, nosso time era muito unido dentro e fora do campo.

Assim como a união faz a força, assim como que canta seus males espanta, nós éramos unidos e vivíamos cantando… Tudo era alegria. Chorar? A gente chorava sim, mas só quando perdia o jogo. De resto era só felicidade, era só alegria. Isso me faz lembrar do Bloco da Bola Alvinegra do Santos Futebol Clube que foi fundado por Virgilio Pinto de Oliveira (Bilu), Victor Lovecchio, Cândido Freitas e demais companheiros. Saiam em visita aos Clubes Sociais da Cidade, cantando uma Marcha Rancho composta por eles…”

Obs: Texto extraído do livro FUTEBOL X MÚSICA – Minha História e seus Detalhes (Capítulo 37, págs. 171 e 174), cujo autor é o ex-jogador e eterno ídolo do Santos Futebol Clube: Augusto Vieira de Oliveira (Tite).

Tite nos tempos de Santos, seu livro e com Edmar Junior

Tite nos tempos de Santos, capa do seu livro e com Edmar Junior

Bloco “Bola Alvinegra” fazia a festa do Carnaval santista

Bloco da “Bola Alvinegra” foi fundado no dia 14/01/37, para preencher a lacuna deixada com o término do Bloco “Flor do Ambiente”. São ao todo 28 os fundadores do Bloco: Ararê, Arary, Acary, Bom-peixe, Bilu, Cândido de Freitas, Dadá, Dionísio, Figueira, Hugo, Horácio, Isaias, Ivã, Krausch, Moacir, Mário Pereira, Novo, Neves, Odil, Oswaldo, Omar, Osmar, Orlando, Pereira, Saci, Victor, Vadico e Velho. Os fundadores eram, em sua maioria, associados e jogadores do Santos.

O autor da bonita música do Bloco foi o violonista Mazinho. A turma de Foliões que ajudou na fundação era comandada por Virgílio Pinto de Oliveira – o Bilu (foto) – que, além de ter sido jogador, foi também o técnico que levou a equipe santista a conquistar o primeiro título do paulista de 1935. Bilu era muito exigente com os componentes do Bloco. Ele obrigava todos a decorarem as músicas que iriam ser cantadas nas apresentações do grupo.

Virgílio Pinto de Oliveira – o Bilu

Virgílio Pinto de Oliveira – o Bilu

Nessa época, prevalecia o uso dos instrumentos de corda. Com isso, o Bloco se apresentava como um grupo de seresta. Por ocasião de sua primeira apresentação no Carnaval de 1937, o Bloco saiu com 36 integrantes, todos fantasiados de palhaços brancos e com roupas exageradamente largas. Nas bodas de prata, na antiga, sede da Itororó no segundo andar, foi o “Bola” que se apresentou num recital com muitas evoluções e um excelente repertório musical. O ponto alto das festividades foi o aplaudidíssimo recital do bloco carnavalesco.

Bloco da Bola Alvinegra

Bloco da Bola Alvinegra

Após as apresentações no desfile, o “Bola” que era composto por integrantes da elite santista, dirigia-se aos mais refinados clubes de Santos, tais como: Clube XV, Tênis Clube e outros sociais requintados da cidade. Além disso, frequentavam também os salões do Parque Balneário Hotel, no coração do Gonzaga.

A melhor época do grupo foi logo após a fundação, quando a sede do Peixe era na Rua do Itororó, nº 27. O “Bloco da Bola Alvinegra” não participava de disputas carnavalescas, normalmente abria o desfile no reinado de Momo, fosse nas ruas do Centro ou na Avenida da Praia.

Dois integrantes que ajudaram muito a continuar a tradição do Bloco, foram o Walmir Rocha e o Vitor Lovecchio, os quais garantiram a continuidade do “Bola” até a década de 60. Não era difícil também vê-los se apresentar após o desfile da praia, na residência do presidente Athié Jorge Coury, no Canal 3, e depois seguir até a casa de Modesto Roma, na Rua Alexandre Martins, com alguns jogadores da equipe principal do time santista.

Depois de uma parada de treze anos, coube ao torcedor portuário e atleta laureado santista, Juarez Guimarães a tarefa de continuar com as apresentações do “Bola”. As cores preta e branca e o hino do Santos estavam entre as tradições do Bloco. O “Bola Alvinegra” apresentou-se no carnaval santista de rua até meados da década de 80.

Bloco Carnavalesco Bola Alvinegra, fundado em 1937 por associados do Santos Futebol Clube. Nos anos em que participou dos desfiles oficiais do carnaval santista, nunca tentou concorrer aos prêmios oferecidos pela Prefeitura. Seus integrantes só queriam mostrar sua irreverência e alegrar o povo que prestigiava os desfiles. Sua principal característica é a figura do pierrôFoto: reprodução/acervo particular, publicada no Diário Oficial de Santos em 29/1/2005

Bloco Carnavalesco Bola Alvinegra, fundado em 1937 por associados do Santos Futebol Clube. Nos anos em que participou dos desfiles oficiais do carnaval santista, nunca tentou concorrer aos prêmios oferecidos pela Prefeitura. Seus integrantes só queriam mostrar sua irreverência e alegrar o povo que prestigiava os desfiles. Foto: reprodução/acervo particular, publicada no Diário Oficial de Santos em 29/1/2005

Letra da música do “Bola Alvinegra”:

O “Bola” nasceu no Santos
Numa noite de alegria
A turma é do barulho
Do amor e da arrelia

Ao “Bloco Flor do Ambiente”
Rendemos nossas homenagens
E ao bom povo santista
O “Bola” saúda e pede passagem

Nosso lema é cantar, jogar, brincar, sorrir
Tristeza não pagam dívidas
Queremos nos divertir

Rei Momo é da orgia
Seu reinado é colossal
E o “Bola” é seu vassalo
No reino do Carnaval

Obs: Texto do amigo Guilherme Gomez Guarche (Pesquisar e Historiador do Santos Futebol Clube) originalmente publicado em 08/02/2013 no site do Santos.

Guilherme Guarche e Edmar Junior

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Bloco Flor do Ambiente

Antes de existir o “Flor do Ambiente”, já existiam na vida do Santos, os grupos carnavalescos de nomes “Celeste Aída” e “Grêmio Alvinegro” e o grupo de patuscos de nome “Viúvas do Soldado Desconhecido”. Todos eram compostos por sócios, simpatizantes e jogadores santistas. O “Bloco” foi fundado em 1928. São seus fundadores: Aloisio Boamorte, Álvaro Morgado, Antônio Bento de Amorim Filho, Alfredo Bompeixe, Luiz Vieira de Carvalho, Urbano Caldeira, Mário Sardinha, Feliciano Firmo Ferreira (Javali), Anacleto da Conceição, Artur Martins (Tutu), Antoninho Freitas Guimarães e Hermann Palmeira Martins.

Urbano Caldeira, um dos fundadores do Bloco Flor do Ambiente.

Urbano Caldeira, foi um dos fundadores do Bloco Flor do Ambiente.

No carnaval de 1928 o “Bloco” exibiu-se com muita desenvoltura e organização nas ruas do centro velho de Santos e foi aplaudidíssimo não só pelas autoridades presentes ao desfile, como também pelos diretores e associados do Santos Futebol Clube.

O “Bloco” deixou de existir com a morte de Urbano Caldeira no ano de 1933.

Relação dos participantes do “Bloco” naquele desfile:
Juca do Violão, Araken Patusca, Nabor, Siriri, Álvaro Morgado, Renato Pimenta, Urbano Caldeira, Luiz Vieira de Carvalho, “Fiffi Boxeur”, Maninho, Aloísio Boamorte, Artur Martins Sardinha, Manoel, Antônio Sá (Pipoca), Jarbas, Anacleto, Chico Tico-Tico, Oscar Figueiredo e Paulo Fernandes.

Bloco Flor do Ambiente, com seus violões, no carnaval santista de 1931Foto: Encarte D.O. Urgente, Santos/SP, fevereiro de 1990

Bloco Flor do Ambiente, com seus violões, no carnaval santista de 1931
Foto: Encarte D.O. Urgente, Santos/SP, fevereiro de 1990

Obs: Texto do amigo Guilherme Gomez Guarche (Pesquisar e Historiador do Santos Futebol Clube) originalmente publicado em 05/12/2006 no site Porto Gente.

Edmar Junior e Guilherme Guarche

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